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Family Talks participa de debate na Câmara dos Deputados sobre o PL da Misoginia

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No último dia 13 de maio, um Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados que discute o PL 896/2023 — proposta que criminaliza condutas motivadas por misoginia — realizou sua 2ª Reunião Extraordinária em formato de Audiência Pública. O Family Talks esteve representado por Rodolfo Canonico, Diretor de Relações Institucionais e Governamentais da organização, que foi convidado a contribuir com o debate ao lado de especialistas, movimentos sociais e representantes da sociedade civil.

O debate: ódio e aversão contra mulheres no cotidiano

A audiência, coordenada pela deputada Tabata Amaral, teve como tema central “Ódio e aversão contra mulheres no cotidiano: vozes, vivências e impactos na vida das mulheres”. O encontro reuniu, de forma híbrida no Plenário 13 do Anexo II da Câmara, vozes de diferentes setores: Rachel Ripani (Movimento Levante Mulheres Vivas), Mariana Luz (Movimento Me Too Brasil), Dolores Aronovich Aguero (Universidade Federal do Ceará), Camila Monteiro Flores (Instituto Isabel), Ingra Ohana (Somos Todas Ingras) e Mafoane Santos (especialista em enfrentamento à violência contra mulheres).

A contribuição do Family Talks: família, proteção e políticas públicas pro-família

Na sua intervenção, Rodolfo Canônico destacou a perspectiva do Family Talks como uma instituição comprometida com políticas públicas em defesa das famílias e com a promoção de ambientes seguros para mulheres, crianças e famílias brasileiras. A organização defende que o combate à misoginia e à violência de gênero é inseparável da construção de uma sociedade que valoriza e protege a família em todas as suas dimensões.

Para o Family Talks, o debate sobre o PL 896/2023 conecta-se diretamente às agendas de advocacy pelas famílias que a organização conduz no Congresso Nacional — incluindo temas como paternidade responsável, licença parental, educação parental e relações governamentais voltadas ao fortalecimento do núcleo familiar. A participação na audiência reforça o posicionamento da organização como interlocutora qualificada nas discussões legislativas que impactam a vida das famílias.

Sobre o PL 896/2023

O Projeto de Lei 896/2023 propõe alterações na Lei nº 7.716/1989 e no Código Penal para tipificar crimes praticados em razão de misoginia — ou seja, ódio, aversão ou preconceito direcionados às mulheres. O Grupo de Trabalho responsável por discutir a proposta é composto por deputados titulares e conduz audiências públicas com especialistas e representantes da sociedade civil antes de apresentar seu relatório. A próxima reunião está prevista para 20 de maio de 2026, com foco na misoginia em rede e na radicalização digital contra as mulheres.